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Debate sobre escassez e autonomia marca usos científicos de hélio no Brasil
O físico Odilon D. D. Couto Jr., do Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW), da Unicamp, defende que uma quantidade significativa de avanços científicos e tecnológicos, incluindo a descoberta de novas propriedades de materiais e compostos, o desenvolvimento de dispositivos eletrônicos, o diagnóstico de doenças e até a ida ao espaço, só foi possível graças à liquefação do hélio, que ocorreu pela primeira vez em 1908.
“A importância do hélio fica ainda mais evidente diante de avanços científicos que estão por vir, caso dos computadores quânticos. Nesse contexto, o acesso ao hélio para pesquisa e tecnologia é cada vez mais um assunto estratégico, que deve ser pensado como um dos pilares para a soberania tecnológica do país.”
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