{"id":3947,"date":"2014-04-03T13:12:48","date_gmt":"2014-04-03T16:12:48","guid":{"rendered":"https:\/\/sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/2014\/04\/03\/brasileiros-descobrem-aneis-em-asteroide\/"},"modified":"2022-08-24T23:08:36","modified_gmt":"2022-08-25T02:08:36","slug":"brasileiros-descobrem-aneis-em-asteroide","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/brasileiros-descobrem-aneis-em-asteroide\/","title":{"rendered":"Brasileiros descobrem an\u00e9is em asteroide"},"content":{"rendered":"\n<p>Um grupo internacional liderado por pesquisadores brasileiros usou um fen\u00f4meno f\u00edsico simples para descobrir o primeiro asteroide que possui um sistema de an\u00e9is.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 ent\u00e3o, essas estruturas de an\u00e9is s\u00f3 haviam sido observadas nos planetas gigantes de nosso Sistema Solar, como Saturno. Para detect\u00e1-las no asteroide Cariclo, que j\u00e1 era conhecido, os pesquisadores observaram e analisaram cuidadosamente a oculta\u00e7\u00e3o de uma estrela pelo objeto quando ele se deslocava.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao observar o padr\u00e3o de desaparecimento e reaparecimento da estrela, \u00e9 poss\u00edvel calcular com precis\u00e3o o tamanho do objeto e identificar outras estruturas que existam ao seu redor.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi assim que eles determinaram que Cariclo tem cerca de 250 km de di\u00e2metro e possui dois an\u00e9is, com espessura de 7 e 3 km. Foi ainda identificada a presen\u00e7a de gelo na composi\u00e7\u00e3o dos an\u00e9is.<\/p>\n\n\n\n<p>Para otimizar as chances de sucesso, os coordenadores da pesquisa reuniram grande n\u00famero de participantes com acesso a telesc\u00f3pios. Por isso o n\u00famero de autores do trabalho, publicado na revista &#8220;Nature&#8221;, excede meia centena.<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, a busca contou com participantes do Observat\u00f3rio Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, da Universidade Estadual de Ponta Grossa, do Polo Astron\u00f4mico Casimiro Montenegro Filho, em Foz do Igua\u00e7u, da Universidade Estadual do Oeste do Paran\u00e1, do Instituto de F\u00edsica e Qu\u00edmica, em Itajub\u00e1, e da Universidade Estadual Paulista.<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro autor do trabalho \u00e9 Felipe Braga-Ribas, do Observat\u00f3rio Nacional, que pertence ao grupo de pesquisa de Roberto Vieira-Martins.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ler o trabalho completo clique&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.nature.com\/nature\/journal\/v508\/n7494\/full\/nature13155.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">aqui<\/a>&nbsp;(para assinantes) ou&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/archives\/releases\/sciencepapers\/eso1410\/eso1410a.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">aqui<\/a>&nbsp;(acesso livre).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um grupo internacional liderado por pesquisadores brasileiros usou um fen\u00f4meno f\u00edsico simples para descobrir o primeiro asteroide que possui um sistema de an\u00e9is. At\u00e9 ent\u00e3o, essas estruturas de an\u00e9is s\u00f3 haviam sido observadas nos planetas gigantes de nosso Sistema Solar, como Saturno. Para detect\u00e1-las no asteroide Cariclo, que j\u00e1 era conhecido, os pesquisadores observaram e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":16567,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[124],"tags":[],"class_list":["post-3947","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque-em-fisica"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3947","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3947"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3947\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19142,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3947\/revisions\/19142"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/media\/16567"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3947"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3947"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3947"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}