{"id":3939,"date":"2014-06-05T13:03:53","date_gmt":"2014-06-05T16:03:53","guid":{"rendered":"https:\/\/sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/2014\/06\/05\/detectada-absorcao-optica-por-nanotubos-isolados\/"},"modified":"2022-08-24T23:00:53","modified_gmt":"2022-08-25T02:00:53","slug":"detectada-absorcao-optica-por-nanotubos-isolados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/detectada-absorcao-optica-por-nanotubos-isolados\/","title":{"rendered":"Detectada absor\u00e7\u00e3o \u00f3ptica por nanotubos isolados"},"content":{"rendered":"\n<p>Sabe-se h\u00e1 um bom tempo que os nanotubos de carbono \u2013 estruturas nanom\u00e9tricas compostas unicamente por \u00e1tomos de carbono em arranjo do tipo de uma grade de galinheiro enrolada \u2013 t\u00eam propriedades extraordin\u00e1rias. Mas determinar de forma confi\u00e1vel propriedades de um \u00fanico nanotubo consitui um desafio que poucas vezes foi superado. Temos aqui um exemplo de sucesso.<\/p>\n\n\n\n<p>Em ci\u00eancia de materiais, uma das t\u00e9cnicas fundamentais para caracterizar diferentes estruturas \u00e9 a determina\u00e7\u00e3o da absor\u00e7\u00e3o \u00f3ptica. Fazer essa medi\u00e7\u00e3o em nanoestruturas individuais \u00e9 complicado devido \u00e0 baixa sensibilidade das t\u00e9cnicas tradicionais em nanosistemas isolados.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Experimentos conduzidos por pesquisadores da Universidade da Calif\u00f3rnia em Berkeley atingem sensibilidade necess\u00e1ria para estudo de nanotubos isolados.<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho conta com a participa\u00e7\u00e3o de Rodrigo Capaz, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na interpreta\u00e7\u00e3o dos resultados experimentais. A nova pesquisa demonstrou que \u00e9 poss\u00edvel determinar a se\u00e7\u00e3o de choque de absor\u00e7\u00e3o em uma faixa espectral larga usando t\u00e9cnicas de manipula\u00e7\u00e3o da polariza\u00e7\u00e3o da luz. Eles realizaram medidas individualmente em 50 nanotubos de carbono em laborat\u00f3rio, e coube a Capaz participar da an\u00e1lise e interpreta\u00e7\u00e3o dos dados, com base em modelos te\u00f3ricos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPudemos sistematizar a depend\u00eancia dos resultados obtidos com o di\u00e2metro e a quiralidade dos nanotubos, estabelecendo assim f\u00f3rmulas emp\u00edricas que podem ser aplicadas para qualquer nanotubo de carbono\u201d, afirma o pesquisador da UFRJ.<\/p>\n\n\n\n<p>O artigo foi publicado nos Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), publica\u00e7\u00e3o da Academia Nacional de Ci\u00eancias dos EUA.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ler o artigo completo, clique&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.pnas.org\/content\/111\/21\/7564.abstract\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">aqui<\/a>&nbsp;(para assinantes) e&nbsp;<a href=\"http:\/\/arxiv.org\/abs\/1311.3328\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">aqui<\/a>&nbsp;(acesso livre).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sabe-se h\u00e1 um bom tempo que os nanotubos de carbono \u2013 estruturas nanom\u00e9tricas compostas unicamente por \u00e1tomos de carbono em arranjo do tipo de uma grade de galinheiro enrolada \u2013 t\u00eam propriedades extraordin\u00e1rias. Mas determinar de forma confi\u00e1vel propriedades de um \u00fanico nanotubo consitui um desafio que poucas vezes foi superado. Temos aqui um exemplo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":16567,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[124],"tags":[],"class_list":["post-3939","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque-em-fisica"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3939","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3939"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3939\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19131,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3939\/revisions\/19131"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/media\/16567"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3939"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3939"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3939"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}