{"id":3860,"date":"2015-10-01T08:35:08","date_gmt":"2015-10-01T11:35:08","guid":{"rendered":"https:\/\/sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/2015\/10\/01\/determinando-estados-emaranhados-com-informacao-incompleta\/"},"modified":"2022-08-24T22:18:16","modified_gmt":"2022-08-25T01:18:16","slug":"determinando-estados-emaranhados-com-informacao-incompleta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/determinando-estados-emaranhados-com-informacao-incompleta\/","title":{"rendered":"Determinando estados emaranhados com informa\u00e7\u00e3o incompleta"},"content":{"rendered":"\n<p>O emaranhamento qu\u00e2ntico, que ocorre quando as propriedades de objetos qu\u00e2nticos s\u00e3o interligadas, \u00e9 um fen\u00f4meno potencialmente interessante para o desenvolvimento de futuras aplica\u00e7\u00f5es em criptografia e computa\u00e7\u00e3o. Mas manipular estados emaranhados \u00e9 sempre um desafio.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das dificuldades no estudo das propriedades fundamentais de estados emaranhados \u00e9 que a complexidade matem\u00e1tica da descri\u00e7\u00e3o aumenta exponencialmente com o n\u00famero de subsistemas emaranhados. Por conta disso, procedimentos experimentais para reconstruir um estado emaranhado podem exigir um n\u00famero enorme de medidas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para contornar o problema, um grupo de pesquisadores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e da UFG (Universidade Federal de Goi\u00e1s) concebeu um arranjo experimental usando pares de f\u00f3tons preparados em estados emaranhados tripartites e quadripartites, e testaram um m\u00e9todo que envolve a reconstru\u00e7\u00e3o dos estados locais dos subsistemas sem medir as correla\u00e7\u00f5es entre eles.&nbsp; Eles mostraram que o esquema funciona para estados puros e quase puros.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Constatamos que o n\u00famero de medi\u00e7\u00f5es requeridas cresce apenas linearmente com o n\u00famero de subsistemas, em vez de exponencialmente, como \u00e9 o caso de uma caracteriza\u00e7\u00e3o completa&#8221;, escrevem os autores G. H. Aguilar, S. P. Walborn, P.H. Souto Ribeiro e L. C. C\u00e9leri.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pesquisadores acreditam que o m\u00e9todo possa facilitar o desenvolvimento de sistemas capazes de processar informa\u00e7\u00f5es pela via qu\u00e2ntica.<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho foi publicado em 24 de setembro na revista &#8220;Physical Review X&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ler o artigo completo, clique&nbsp;<a href=\"http:\/\/journals.aps.org\/prx\/abstract\/10.1103\/PhysRevX.5.031042\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">aqui<\/a>&nbsp;(s\u00f3 para assinantes) ou&nbsp;<a href=\"http:\/\/arxiv.org\/abs\/1412.2401\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">aqui<\/a>&nbsp;(acesso livre).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O emaranhamento qu\u00e2ntico, que ocorre quando as propriedades de objetos qu\u00e2nticos s\u00e3o interligadas, \u00e9 um fen\u00f4meno potencialmente interessante para o desenvolvimento de futuras aplica\u00e7\u00f5es em criptografia e computa\u00e7\u00e3o. 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