{"id":3765,"date":"2017-11-23T14:23:51","date_gmt":"2017-11-23T16:23:51","guid":{"rendered":"https:\/\/sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/2017\/11\/23\/bjp-plasticidade-cerebral-estudada-em-redes-neuronais\/"},"modified":"2022-08-24T02:24:32","modified_gmt":"2022-08-24T05:24:32","slug":"bjp-plasticidade-cerebral-estudada-em-redes-neuronais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/bjp-plasticidade-cerebral-estudada-em-redes-neuronais\/","title":{"rendered":"[BJP] Plasticidade cerebral estudada em redes neuronais"},"content":{"rendered":"\n<p>Uma das intrigantes intersec\u00e7\u00f5es da f\u00edsica com outras \u00e1reas do conhecimento se d\u00e1 com a neuroci\u00eancia \u2013 a tentativa de compreender como o c\u00e9rebro e seus componentes funcionam. Por meio de simula\u00e7\u00f5es computacionais de redes neuronais, \u00e9 poss\u00edvel obter lampejos inspirados sobre como neur\u00f4nios e sinapses interagem e processam est\u00edmulos.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos fen\u00f4menos cerebrais mais importantes conhecidos da medicina \u00e9 o da neuroplasticidade \u2013 um mecanismo fundamental de adapta\u00e7\u00e3o neuronal em resposta a mudan\u00e7as no ambiente ou a danos no c\u00e9rebro. Um grupo de f\u00edsicos brasileiros tem se debru\u00e7ado sobre este tema em particular e acaba de publicar um artigo de revis\u00e3o relatando suas descobertas na edi\u00e7\u00e3o de dezembro (volume 47, n\u00famero 6) do &#8220;Brazilian Journal of Physics&#8221; (BJP), publica\u00e7\u00e3o da Sociedade Brasileira de F\u00edsica.<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>O artigo tem como primeiro autor Rafael Borges, da UTFPR (Universidade Tecnol\u00f3gica Federal do Paran\u00e1) e envolve tamb\u00e9m Fernando S. Borges, Kelly C. Iarosz e Iber\u00ea Caldas, pesquisadores do Instituto de F\u00edsica da USP (Universidade de S\u00e3o Paulo); Ewandson L. Lameu, do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais); Paulo R. Protachevicz e Antonio M. Batista, da UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa); Ricardo L. Viana, da UFPR (Universidade Federal do Paran\u00e1); e Murilo S. Baptista e Celso Grebogi, da Universidade de Aberdeen, no Reino Unido.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Nesta revis\u00e3o, mostramos nossos resultados sobre os efeitos de plasticipdade sin\u00e1ptica em redes neuronais compostas por neur\u00f4nios de Hodgkin-Huxley&#8221;, escrevem os autores. &#8220;Mostramos que a topologia final da rede evolu\u00edda depende crucialmente da propor\u00e7\u00e3o entre as for\u00e7as das sinapses inibidoras e excitadoras.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>A partir de simula\u00e7\u00f5es computacionais, os pesquisadores acabam replicando muitos padr\u00f5es de conex\u00f5es e din\u00e2mica que correspondem a fen\u00f4menos reais j\u00e1 observados no c\u00e9rebro.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ler o artigo, clique <a href=\"https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1007\/s13538-017-0529-5\">aqui<\/a> (resumo de acesso livre, texto completo s\u00f3 para assinantes).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das intrigantes intersec\u00e7\u00f5es da f\u00edsica com outras \u00e1reas do conhecimento se d\u00e1 com a neuroci\u00eancia \u2013 a tentativa de compreender como o c\u00e9rebro e seus componentes funcionam. 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