{"id":3714,"date":"2017-03-23T06:51:13","date_gmt":"2017-03-23T09:51:13","guid":{"rendered":"https:\/\/sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/2017\/03\/23\/no-ar-a-nova-edicao-da-rbef\/"},"modified":"2022-08-24T04:55:45","modified_gmt":"2022-08-24T07:55:45","slug":"no-ar-a-nova-edicao-da-rbef","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/no-ar-a-nova-edicao-da-rbef\/","title":{"rendered":"No ar a nova edi\u00e7\u00e3o da RBEF"},"content":{"rendered":"<p>O segundo n\u00famero de 2017 da Revista Brasileira de Ensino de F\u00edsica (RBEF), relativa ao trimestre abril-maio-junho (volume 39.2), j\u00e1 est\u00e1 no ar, no site do Scielo. Confira \u00a0<a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=1806-111720170002&amp;lng=pt&amp;nrm=iso\">aqui a lista completa<\/a>\u00a0e leia a seguir alguns dos destaques da edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fazendo a ponte entre a teoria e fen\u00f4menos macrosc\u00f3picos<\/p>\n<p>Fabiana Kneubil, da Universidade Federal de Santa Catarina, e Ricardo Karam, da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, apresentam uma nova forma de encarar certas rela\u00e7\u00f5es matem\u00e1ticas na f\u00edsica do ponto de vista do ensino, tratando as igualdades entre os termos de uma equa\u00e7\u00e3o como pontes entre teoria e pr\u00e1tica. Os sinais de igual seriam &#8220;buracos da fechadura&#8221; de onde se pode estudar o inobserv\u00e1vel a partir de fen\u00f4menos macrosc\u00f3picos. Para demonstrar isso, eles apresentam tr\u00eas estudos de caso: uma explica\u00e7\u00e3o do efeito de Hall, a determina\u00e7\u00e3o do raio do \u00e1tomo de hidrog\u00eanio e o c\u00e1lculo do n\u00famero de part\u00edculas por unidade de volume de g\u00e1s com a teoria cin\u00e9tica dos gases.<\/p>\n<p>&#8220;A ideia do artigo n\u00e3o \u00e9 uma mudan\u00e7a de conte\u00fado, mas sim uma \u00eanfase epistemol\u00f3gica, abordando junto com a tema (no caso, os 3 exemplos citados), aspectos intr\u00ednsecos relacionados \u00e0 natureza do conhecimento cient\u00edfico&#8221;, afirma Kneubil. &#8220;Em particular, o sinal de igual que estamos chamando de &#8216;buraco de fechadura&#8217; tem o car\u00e1ter de relacionar grandezas macrosc\u00f3picas\/mensur\u00e1veis com outras, microsc\u00f3picas e n\u00e3o mensaur\u00e1veis, que s\u00e3o obtidas atrav\u00e9s dos modelos.&#8221;<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisadora, &#8220;a inser\u00e7\u00e3o de elementos epistemol\u00f3gicos nas aulas de f\u00edsica, al\u00e9m de complementar o conte\u00fado, promove uma vis\u00e3o da f\u00edsica que vai al\u00e9m dos seus aspectos t\u00e9cnicos e permite um tipo de liga\u00e7\u00e3o com a realidade, mais ontol\u00f3gica, que d\u00e1 muito prazer aos estudantes. Essa vis\u00e3o do ensino da f\u00edsica \u00e9 uma janela que pode ser explorada pelos professores&#8221;.<\/p>\n<p>Para ler o artigo (texto completo em ingl\u00eas), clique\u00a0<a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1806-11172017000200403&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Descobertas de exoplanetas pelo m\u00e9todo do tr\u00e2nsito<\/strong><\/p>\n<p>Ronni Amorim e W.C. Santos, da Universidade de Bras\u00edlia, apresentam uma breve revis\u00e3o sobre o m\u00e9todo de tr\u00e2nsito na detec\u00e7\u00e3o de exoplanetas. Trata-se de uma t\u00e9cnica baseada na redu\u00e7\u00e3o do brilho de uma estrela quando o planeta passa \u00e0 sua frente percorrendo seu disco, com respeito \u00e0 linha de visada.<\/p>\n<p>&#8220;A tem\u00e1tica de exoplanetas est\u00e1 sendo bastante discutida atualmente&#8221;, diz Amorim. &#8220;Sendo assim, torna-se um tema motivador no ensino de f\u00edsica. E, como colocamos no artigo, a an\u00e1lise dessa t\u00e9cnica de detec\u00e7\u00e3o traz conte\u00fados de mec\u00e2nica e de f\u00edsica moderna.&#8221;<\/p>\n<p>O autor destaca que o texto \u00e9 voltado para alunos de cursos superiores de ci\u00eancias exatas e professores de f\u00edsica e matem\u00e1tica do Ensino M\u00e9dio.<\/p>\n<p>Para ler o artigo (texto completo em portugu\u00eas), clique\u00a0<a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1806-11172017000200408&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Aprendizagem ativa em \u00f3ptica geom\u00e9trica<\/strong><\/p>\n<p>Artigo de Daniel G. G. Sasaki, do Centro Federal Educa\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica Celso Suckow da Fonseca, no Rio de Janeiro, e V. L. B. de Jesus, do Instituto Federal de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia do Rio de Janeiro, explora uma proposta did\u00e1tica para o ensino de espelhos esf\u00e9ricos baseada na associa\u00e7\u00e3o entre uma metodologia de aprendizagem ativa com a estrat\u00e9gia de analogias ponte e conceitos \u00e2ncora.<\/p>\n<p>Sasaki explica: &#8220;A nossa ideia foi unir dois m\u00e9todos de aprendizagem ativa distintos. O primeiro m\u00e9todo \u00e9 o POE (Predict-Observe-Explain) e o segundo m\u00e9todo foi as analogias ponte (Bridging analogies). O POE \u00e9 baseado no conflito cognitivo, isto \u00e9 na quebra das concep\u00e7\u00f5es pr\u00e9vias dos estudantes atrav\u00e9s de experimentos cujos resultados s\u00e3o discrepantes com a previs\u00e3o feita pelos pr\u00f3prios estudantes. A analogia ponte tem como princ\u00edpio transferir as ideias pr\u00e9vias corretas que os estudantes manifestam em contextos mais simples para um contexto mais complexo, an\u00e1logo ao primeiro. No artigo, mostramos que a jun\u00e7\u00e3o desses dois m\u00e9todos melhora de forma significativa a qualidade da aprendizagem dos estudantes.&#8221;<\/p>\n<p>Para ler o artigo (texto completo em portugu\u00eas), clique\u00a0<a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1806-11172017000200503&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica na Amaz\u00f4nia<\/strong><\/p>\n<p>Jocasta Caldas e Lu\u00eds C. B. Crispino, da Universidade Federal do Par\u00e1, apresentam o trabalho do Laborat\u00f3rio de Demonstra\u00e7\u00f5es da UFPA, fundado em 2004, e mostram como ele tem atuado como um centro voltado para o avan\u00e7o da alfabetiza\u00e7\u00e3o cient\u00edfica na Amaz\u00f4nia brasileira.<\/p>\n<p>Para ler o artigo (texto completo em portugu\u00eas), clique\u00a0<a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1806-11172017000200409&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p><strong>A hist\u00f3ria do Centro de Pesquisas F\u00edsicas da URGS<\/strong><\/p>\n<p>Carlos Alberto dos Santos, da Universidade Federal Rural do Semi-\u00c1rido, em Mossor\u00f3 (RN), relata os produtivos anos em que existiu o Centro de Pesquisas F\u00edsicas da ent\u00e3o denominada Universidade do Rio Grande do Sul (URGS), entre 1953 e 1959.<\/p>\n<p>Para ler o artigo (texto completo em portugu\u00eas), clique\u00a0<a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1806-11172017000200701&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Quem descobriu a expans\u00e3o do Universo?<\/strong><\/p>\n<p>Alexandre Bagnodas, da Universidade Federal de Lavras (MG), e Jo\u00e3o Zanetic e Iv\u00e3 Gurgel, da Universidade de S\u00e3o Paulo (SP), abordam a controv\u00e9rsia sobre a primazia de quem de fato descobriu a expans\u00e3o do Universo, revela\u00e7\u00e3o normalmente atribu\u00edda ao americano Edwin Hubble, numa tentativa de fazer justi\u00e7a aos envolvidos e, mais que isso, mostrar como descobertas cient\u00edficas s\u00e3o processos que envolvem mais de um indiv\u00edduo.<\/p>\n<p>Para ler o artigo (texto completo em portugu\u00eas), clique\u00a0<a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1806-11172017000200702&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p>Assessoria de comunica\u00e7\u00e3o da SBF<\/p>\n<p>Salvador Nogueira<br \/>\nTel: +55 11 99178-9661<br \/>\nE-mail: comunicacao@sbfisica.org.br<br \/>\nTwitter: http:\/\/twitter.com\/sbfisica<br \/>\nFacebook: http:\/\/www.facebook.com\/sbfisica<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O segundo n\u00famero de 2017 da Revista Brasileira de Ensino de F\u00edsica (RBEF), relativa ao trimestre abril-maio-junho (volume 39.2), j\u00e1 est\u00e1 no ar, no site do Scielo. 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