{"id":3709,"date":"2017-04-27T06:26:21","date_gmt":"2017-04-27T09:26:21","guid":{"rendered":"https:\/\/sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/2017\/04\/27\/um-mapa-para-pontos-quanticos-num-material-semicondutor\/"},"modified":"2022-08-24T04:44:23","modified_gmt":"2022-08-24T07:44:23","slug":"um-mapa-para-pontos-quanticos-num-material-semicondutor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/um-mapa-para-pontos-quanticos-num-material-semicondutor\/","title":{"rendered":"Um mapa para pontos qu\u00e2nticos num material semicondutor"},"content":{"rendered":"<p>Os chamados pontos qu\u00e2nticos (quantum dots) s\u00e3o tidos pelos cientistas hoje como elementos fundamentais na cria\u00e7\u00e3o de dispositivos avan\u00e7ados de optoeletr\u00f4nica e costumam se instalar em micropilares ou microfios no material.<\/p>\n<p>Estamos, contudo, falando de nanotecnologia, em que essas estruturas s\u00e3o muito pequenas, na escala dos milion\u00e9simos de mil\u00edmetro. Para construir os &#8220;dots&#8221;, os cientistas normalmente usam processos de auto-montagem, em que rea\u00e7\u00f5es no pr\u00f3prio material tendem a produzi-los. E, quando isso acontece, a distribui\u00e7\u00e3o dos &#8220;dots&#8221; \u00e9 largamente aleat\u00f3ria.<\/p>\n<p>Agora, um grupo franc\u00eas com participa\u00e7\u00e3o de um brasileiro desenvolveu uma t\u00e9cnica para mapear precisamente as posi\u00e7\u00f5es dos &#8220;dots&#8221; na microestrutura. Em ess\u00eancia, o mapa foi feito medindo as mudan\u00e7as na energia da luz emitida por cada \u201cdot\u201d durante a oscila\u00e7\u00e3o do fio, que gera um gradiente de estresse sobre os \u201cdots\u201d.<\/p>\n<p>O arranjo experimental, que envolveu uma antena em forma de fio com uma camada de quantum dots de arseneto de \u00edndio, foi produzido na Universidade de Grenoble Alpes, na Fran\u00e7a, sob a coordena\u00e7\u00e3o de Julien Claudon, Maxime Richard e Jean-Philippe Poizat. O trabalho contou com a participa\u00e7\u00e3o de Pierre-Louis de Assis, ent\u00e3o na Universidade Federal de Minas Gerais, hoje professor da Unicamp. Ele assina como primeiro autor do estudo, publicado em 16 de mar\u00e7o no &#8220;Physical Review Letters&#8221;.<\/p>\n<p>Para ler o artigo completo, clique\u00a0<a href=\"https:\/\/journals.aps.org\/prl\/abstract\/10.1103\/PhysRevLett.118.117401\">aqui<\/a>\u00a0(s\u00f3 para assinantes) ou\u00a0<a href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1607.06277\">aqui<\/a>\u00a0(acesso livre).<\/p>\n<p>Assessoria de comunica\u00e7\u00e3o da SBF<\/p>\n<p>Salvador Nogueira<br \/>\nTel: +55 11 99178-9661<br \/>\nE-mail: comunicacao@sbfisica.org.br<br \/>\nTwitter: http:\/\/twitter.com\/sbfisica<br \/>\nFacebook: http:\/\/www.facebook.com\/sbfisica<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os chamados pontos qu\u00e2nticos (quantum dots) s\u00e3o tidos pelos cientistas hoje como elementos fundamentais na cria\u00e7\u00e3o de dispositivos avan\u00e7ados de optoeletr\u00f4nica e costumam se instalar em micropilares ou microfios no material. Estamos, contudo, falando de nanotecnologia, em que essas estruturas s\u00e3o muito pequenas, na escala dos milion\u00e9simos de mil\u00edmetro. Para construir os &#8220;dots&#8221;, os cientistas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":18882,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[124],"tags":[],"class_list":["post-3709","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque-em-fisica"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3709","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3709"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3709\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18883,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3709\/revisions\/18883"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18882"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3709"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3709"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3709"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}