{"id":3697,"date":"2017-07-13T12:21:27","date_gmt":"2017-07-13T15:21:27","guid":{"rendered":"https:\/\/sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/2017\/07\/13\/espalhamento-do-nucleo-de-halo-de-berilio-11-em-ouro-197\/"},"modified":"2022-08-24T04:28:40","modified_gmt":"2022-08-24T07:28:40","slug":"espalhamento-do-nucleo-de-halo-de-berilio-11-em-ouro-197","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/espalhamento-do-nucleo-de-halo-de-berilio-11-em-ouro-197\/","title":{"rendered":"Espalhamento do n\u00facleo de halo de ber\u00edlio-11 em ouro-197"},"content":{"rendered":"<p>Os chamados n\u00facleos com halo s\u00e3o dos mais intrigantes n\u00facleos at\u00f4micos, desafiando nosso conhecimento e compreens\u00e3o da f\u00edsica nuclear. Sua estrutura peculiar deve-se \u00e0 presen\u00e7a de pr\u00f3tons ou n\u00eautrons fracamente ligados e de baixo momento angular, resultando uma distribui\u00e7\u00e3o difusa da mat\u00e9ria nuclear.<\/p>\n<p>Para estudar suas propriedades, os cientistas costumam chocar esses n\u00facleos at\u00f4micos inst\u00e1veis contra alvos est\u00e1veis pesados, como ouro-197 e chumbo-208, e observar os resultados da colis\u00e3o. Um novo trabalho de uma colabora\u00e7\u00e3o internacional de 42 pesquisadores com participa\u00e7\u00e3o brasileira usou em particular n\u00facleos de ber\u00edlio-11, colidindo com um \u00e1tomos de ouro-197.<\/p>\n<p>Os experimentos foram realizados no laborat\u00f3rio TRIUMF, em Vancouver, no Canad\u00e1, e o artigo reportando os resultados, que tem como primeiro autor V. Pesudo, do Instituto de Estrutura da Mat\u00e9ria, em Madri, Espanha, saiu no &#8220;Physical Review Letters&#8221; em 12 de abril.<\/p>\n<p>&#8220;O experimento foi realizado para possuirmos dados experimentais, inexistentes at\u00e9 ent\u00e3o, com os quais confrontar a teoria de c\u00e1lculo de rea\u00e7\u00f5es nucleares existente e verificar se, com ela, os c\u00e1lculos poderiam explicar os dados experimentais&#8221;, diz Marcos Alvarez, pesquisador do Instituto de F\u00edsica da USP (Universidade de S\u00e3o Paulo) e co-autor do estudo.<\/p>\n<p>Alvarez destaca que o novo trabalho se insere numa linha de pesquisa que seu grupo j\u00e1 persegue h\u00e1 cerca de 15 anos, estudando n\u00facleos com halo e suas rea\u00e7\u00f5es em colis\u00f5es.<\/p>\n<p>Para ler o artigo, clique\u00a0<a href=\"https:\/\/journals.aps.org\/prl\/abstract\/10.1103\/PhysRevLett.118.152502\">aqui<\/a>\u00a0(resumo de acesso livre, texto completo s\u00f3 para assinantes).<\/p>\n<p>Assessoria de comunica\u00e7\u00e3o da SBF<\/p>\n<p>Salvador Nogueira<br \/>\nTel: +55 11 98481-6119<br \/>\nE-mail: comunicacao@sbfisica.org.br<br \/>\nTwitter: http:\/\/twitter.com\/sbfisica<br \/>\nFacebook: http:\/\/www.facebook.com\/sbfisica<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os chamados n\u00facleos com halo s\u00e3o dos mais intrigantes n\u00facleos at\u00f4micos, desafiando nosso conhecimento e compreens\u00e3o da f\u00edsica nuclear. 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