{"id":3671,"date":"2017-11-16T13:44:47","date_gmt":"2017-11-16T15:44:47","guid":{"rendered":"https:\/\/sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/2017\/11\/16\/o-fisico-e-padre-jesuita-francisco-xavier-roser\/"},"modified":"2022-08-24T02:27:58","modified_gmt":"2022-08-24T05:27:58","slug":"o-fisico-e-padre-jesuita-francisco-xavier-roser","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/o-fisico-e-padre-jesuita-francisco-xavier-roser\/","title":{"rendered":"O f\u00edsico e padre jesu\u00edta Francisco Xavier Roser"},"content":{"rendered":"\n<p>Francisco Xavier Roser (1904-1967), fundador do Departamento de F\u00edsica da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e um dos pioneiros no estudo da radioatividade natural no Brasil foi objeto de um artigo hist\u00f3rico publicado no n\u00famero 2 (volume 40) da Revista Brasileira de Ensino de F\u00edsica (RBEF), publica\u00e7\u00e3o da Sociedade Brasileira de F\u00edsica (SBF).<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho, escrito por Bruno Nobre e Antonio Augusto Passos Videira, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), nos oferece um panorama bastante abrangente da carreira e da obra de Roser, um pesquisador que, a despeito de sua import\u00e2ncia hist\u00f3rica no Brasil e de sua peculiaridade de ser padre e cientista, \u00e9 bem pouco conhecido.<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>&#8220;Um de n\u00f3s (AAPV) j\u00e1 tinha se deparado com o nome do Padre Francisco X. Roser durante as suas pesquisas sobre o desenvolvimento da f\u00edsica no Brasil, em particular quando investigou as trajet\u00f3rias de Bernhard Gross e Gleb Watghin, pioneiros das pesquisas em raios c\u00f3smicos entre n\u00f3s, primeira \u00e1rea de investiga\u00e7\u00e3o de Roser. No entanto, nada encontrava sobre ele. Ele era muito pouco conhecido pela comunidade acad\u00eamica brasileira, talvez devido \u00e0 sua morte prematura, anterior \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o do sistema de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o&#8221;, explicam os autores.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O fato de ser um jesu\u00edta ati\u00e7ou a curiosidade do segundo autor (BN), igualmente f\u00edsico e jesu\u00edta. Al\u00e9m disso, Roser esteve \u00e0 frente da cria\u00e7\u00e3o do atual departamento de f\u00edsica da PUC-Rio, um dos mais importantes do pa\u00eds e que, durante a d\u00e9cada de 1970, foi central na forma\u00e7\u00e3o de in\u00fameros mestres e doutores, uma vez que contava com professores de n\u00edvel internacional.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Os autores enxergam na trajet\u00f3ria de Roser um exemplo a ser estudado. &#8220;A dedica\u00e7\u00e3o e o amor que Roser exibia pela f\u00edsica, sem procurar condicion\u00e1-la \u00e0 religi\u00e3o, merecem destaque&#8221;, dizem. &#8220;Ele procurou criar linhas de pesquisa em f\u00edsica experimental, compat\u00edveis com as capacidades econ\u00f4micas e t\u00e9cnicas ent\u00e3o existentes no Brasil. Ele parecia ter os p\u00e9s no ch\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Conciliando sua religi\u00e3o com a pr\u00e1tica cient\u00edfica, o padre e pesquisador se revelou um grande congregador de talentos. &#8220;Al\u00e9m do amor e da dedica\u00e7\u00e3o \u00e0 ci\u00eancia, caracter\u00edsticas j\u00e1 mencionadas, pensamos que a figura de Roser deve ser valorizada pela sua capacidade de agregar pessoas com diferentes personalidades e vis\u00f5es de mundo, respeitando cada um em sua pr\u00f3pria especificidade.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Para ler o artigo completo, clique&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1806-11172018000200701&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt\">aqui<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Francisco Xavier Roser (1904-1967), fundador do Departamento de F\u00edsica da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e um dos pioneiros no estudo da radioatividade natural no Brasil foi objeto de um artigo hist\u00f3rico publicado no n\u00famero 2 (volume 40) da Revista Brasileira de Ensino de F\u00edsica (RBEF), publica\u00e7\u00e3o da Sociedade Brasileira de F\u00edsica [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":18749,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[124],"tags":[],"class_list":["post-3671","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque-em-fisica"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3671","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3671"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3671\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18750,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3671\/revisions\/18750"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18749"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3671"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3671"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3671"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}