{"id":30455,"date":"2026-02-25T17:42:31","date_gmt":"2026-02-25T20:42:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/?p=30455"},"modified":"2026-02-25T17:42:32","modified_gmt":"2026-02-25T20:42:32","slug":"um-olhar-semiotico-sobre-as-capas-da-rbef","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/um-olhar-semiotico-sobre-as-capas-da-rbef\/","title":{"rendered":"Um olhar semi\u00f3tico sobre as capas da RBEF"},"content":{"rendered":"\n<p>Este ano, a SBF comemora 60 anos de exist\u00eancia, mas desde o ano passado outra celebra\u00e7\u00e3o marca as d\u00e9cadas de realiza\u00e7\u00f5es e fomento \u00e0 ci\u00eancia nacional. Completando 45 anos em 2025, a <em>Revista Brasileira para o Ensino de F\u00edsica <\/em>(RBEF),da SBF, trouxe uma s\u00e9rie de artigos comemorativos, apresentando a hist\u00f3ria e a evolu\u00e7\u00e3o deste que \u00e9 o principal peri\u00f3dico cient\u00edfico da \u00e1rea, no Brasil. Ao longo de mais de quatro d\u00e9cadas, a revista acompanhou transforma\u00e7\u00f5es profundas na educa\u00e7\u00e3o, nas pol\u00edticas cient\u00edficas e nas formas de comunicar o conhecimento. O que inspirou o artigo \u201cAs capas da revista brasileira de Ensino de F\u00edsica ao longo dos seus 45 anos: uma an\u00e1lise Semi\u00f3tica\u201d, de Jo\u00e3o Eduardo Fernandes Ramos (UFPE), Maria Teresa Lopes Ypiranga (UFPE) e Emerson Ferreira Gomes (IFSP).<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"674\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Capa-RBEF-Vol-1-N-1-1979-674x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-30457\" style=\"aspect-ratio:0.6582094961942733;width:323px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Capa da edi\u00e7\u00e3o n\u00famero um do primeiro volume da<br>REF. Fonte: Biblioteca da UNESP, Campus de Rio Claro.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Desde sua primeira edi\u00e7\u00e3o, em 1979, ainda sob o nome <em>Revista de Ensino de F\u00edsica<\/em> (REF), a publica\u00e7\u00e3o assumiu um papel ativo de media\u00e7\u00e3o entre produ\u00e7\u00e3o acad\u00eamica e pr\u00e1tica docente. As capas desse per\u00edodo inicial revelavam uma op\u00e7\u00e3o editorial ousada: cada edi\u00e7\u00e3o apresentava uma identidade visual pr\u00f3pria, fortemente ligada aos temas discutidos no interior da revista. Textos po\u00e9ticos, grafites urbanos, fen\u00f4menos astron\u00f4micos, colagens de jornais e hist\u00f3rias em quadrinhos foram utilizados como elementos visuais capazes de provocar o leitor e ampliar as possibilidades de interpreta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamanha diversidade inspirou os editores da revista comemorativa a levarem aos interessados a sugest\u00e3o de abordar as transforma\u00e7\u00f5es na identidade da RBEF, tema que despertou o interesse do <a href=\"https:\/\/buscatextual.cnpq.br\/buscatextual\/visualizacv.do;jsessionid=73E7C8CB60502705BA83658E24AB4BAA.buscatextual_0\">professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Jo\u00e3o Ramos<\/a>, membro do <a href=\"https:\/\/www.ppgec.ufrpe.br\/pt-br\/node\/1006\">Grupo de Pesquisa em Educa\u00e7\u00e3o, Hist\u00f3ria e Cultura Cient\u00edfica (GPEHCC)<\/a> e pesquisador das possibilidades did\u00e1ticas da aproxima\u00e7\u00e3o entre a arte e a ci\u00eancia. \u201cTenho em casa as vers\u00f5es impressas antigas e sempre chamou aten\u00e7\u00e3o a criatividade das capas no di\u00e1logo com a F\u00edsica. A capa do \u2018Galileu onde oce se meteu?\u2019 \u00e9 muito divertida, por exemplo. Ent\u00e3o foi mais tentar trazer \u2013 por meio da Semi\u00f3tica \u2013 esse olhar anal\u00edtico para as capas\u201d, explica Ramos.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"808\" data-src=\"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Capa-RBEF-Vol-2-N-1e2-1980-1024x808.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-30458 lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 1024px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 1024\/808;width:530px;height:auto\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Capa da edi\u00e7\u00e3o do n\u00famero um do segundo volume da<br>REF e capa da edi\u00e7\u00e3o n\u00famero dois do segundo volume da<br>REF. Fonte: Biblioteca da UNESP, Campus de Rio Claro.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Para desenvolver o artigo, a equipe de pesquisadores optou por n\u00e3o conversar com os editores e diagramadores respons\u00e1veis pelas edi\u00e7\u00f5es, deixando a cargo da an\u00e1lise te\u00f3rica as conclus\u00f5es que seriam entregues. De acordo com o professor, apesar do poss\u00edvel di\u00e1logo complementar a pesquisa, \u201cparte da din\u00e2mica da an\u00e1lise semi\u00f3tica consiste em considerar o produto como um todo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro ciclo gr\u00e1fico da RBEF, que se estende at\u00e9 o fim da d\u00e9cada de 1980, caracteriza-se por uma comunica\u00e7\u00e3o visual aberta e experimental. As capas funcionavam como narrativas aut\u00f4nomas, convidando \u00e0 reflex\u00e3o. Em muitos casos, o significado pleno da imagem s\u00f3 se completava ap\u00f3s a leitura dos artigos, estabelecendo uma rela\u00e7\u00e3o direta entre forma gr\u00e1fica e conte\u00fado cient\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre 1989 e 1991, a revista entrou em uma fase de transi\u00e7\u00e3o. As capas passaram a adotar um padr\u00e3o visual comum, marcado por composi\u00e7\u00f5es geom\u00e9tricas em degrad\u00ea e pela introdu\u00e7\u00e3o do \u00edndice na contracapa. A mudan\u00e7a sinalizou a busca por maior objetividade informacional, reduzindo o protagonismo da imagem figurativa e direcionando a aten\u00e7\u00e3o do leitor para a organiza\u00e7\u00e3o interna da publica\u00e7\u00e3o. Um momento em que a RBEF come\u00e7ou a priorizar a clareza editorial em detrimento da experimenta\u00e7\u00e3o visual.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir de 1992, com a ado\u00e7\u00e3o definitiva do nome <em>Revista Brasileira de Ensino de F\u00edsica<\/em>, inaugurou-se a terceira fase gr\u00e1fica da publica\u00e7\u00e3o. As capas tornaram-se minimalistas e padronizadas, centradas no letreiro do t\u00edtulo e em cores de alto contraste. Nesse per\u00edodo, a identidade visual da revista passou a operar como uma marca reconhec\u00edvel, refor\u00e7ando sua presen\u00e7a institucional no cen\u00e1rio cient\u00edfico. \u201cO que a an\u00e1lise nos indicou \u00e9 que essas transforma\u00e7\u00f5es t\u00eam muito a ver com a vis\u00e3o editorial mais formal, o que tamb\u00e9m vai pesar na internacionaliza\u00e7\u00e3o da revista que passava a acontecer\u201d, coloca Ramos.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre a escolha das cores, a pesquisa n\u00e3o se aprofundou a respeito da tomada de decis\u00e3o do corpo editorial, mas mesmo n\u00e3o sabendo das motiva\u00e7\u00f5es existentes, as escolhas atenderiam a um prop\u00f3sito claro. \u201cTendo a pensar que foi algo mais na linha do est\u00e9tico mesmo, mas ao mesmo tempo, ainda que de forma emp\u00edrica, a escolha pode tangenciar a ideia do impacto das cores nos leitores\u201d, reflete. \u201cEsses dias encontrei algumas revistas na biblioteca da faculdade e elas se destacavam nas estantes justamente pela lombada vermelha. Ent\u00e3o os elementos est\u00e9ticos se juntam com essa praticidade e direcionamento na identifica\u00e7\u00e3o da revista\/marca, digamos\u201d, complementa o professor.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"698\" height=\"1024\" data-id=\"30461\" data-src=\"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Capa-RBEF-Vol-8-N-1-1986-698x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-30461 lazyload\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 698px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 698\/1024;\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Capa do oitavo volume e edi\u00e7\u00e3o n\u00famero um da REF.<br>Fonte: Biblioteca da UNESP, Campus de Rio Claro.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"698\" height=\"1024\" data-id=\"30459\" data-src=\"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Capa-RBEF-Vol-11-1999-698x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-30459 lazyload\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 698px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 698\/1024;\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Modelo das capas dos volumes 11, 12 e 13 da REF.<br>Fonte: Biblioteca da UNESP, Campus de Rio Claro.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"739\" height=\"1024\" data-id=\"30460\" data-src=\"https:\/\/www.sbfisica.org.br\/v1\/sbf\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Capa-RBEF-Vol-28-N-3-2006-739x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-30460 lazyload\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 739px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 739\/1024;\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Capa dos volume 28 da RBEF. Fonte: Acervo<br>digital da Revista Brasileira de Ensino de F\u00edsica.<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p>Ainda assim, edi\u00e7\u00f5es especiais romperam pontualmente essa padroniza\u00e7\u00e3o, incorporando imagens comemorativas, como nas celebra\u00e7\u00f5es do Ano Internacional da F\u00edsica ou em homenagens a figuras hist\u00f3ricas da ci\u00eancia. Esses momentos reafirmam o v\u00ednculo entre a revista, sua mem\u00f3ria e os marcos simb\u00f3licos da F\u00edsica.<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise das capas ao longo desses 45 anos revela que a RBEF construiu sua identidade visual em di\u00e1logo constante com seu p\u00fablico. De uma comunica\u00e7\u00e3o imag\u00e9tica aberta e provocadora \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o de uma marca editorial, a revista acompanhou as transforma\u00e7\u00f5es do pr\u00f3prio campo do ensino de F\u00edsica no Brasil. Mais do que elementos gr\u00e1ficos, suas capas constituem um arquivo visual que documenta escolhas editoriais, concep\u00e7\u00f5es pedag\u00f3gicas e modos de pensar a ci\u00eancia em diferentes \u00e9pocas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o professor, a pesquisa despertou um interesse maior pelo conte\u00fado gr\u00e1fico-editorial e um olhar apurado sobre as ideias em torno do conjunto imagem-texto-ci\u00eancia-cultura, a ponto de \u2018ousar\u2019 dizer que veria como positivo se a RBEF retornasse a veicular capas tem\u00e1ticas, que entregassem mais ao leitor e abrissem espa\u00e7o \u00e0 explora\u00e7\u00e3o visual. \u201cPensando em revistas como um todo, capas diferentes s\u00e3o muito interessantes. At\u00e9 imaginei a possibilidade de colecionar as capas, sabe?\u201d, compartilha.<\/p>\n\n\n\n<p>Poder ter artistas convidados para capas variadas\u201d&#8230; \u201cComo consumidor \u2013 conjectura o f\u00edsico \u2013, artistas poderiam ser convidados a criar capas variadas, o que poderia at\u00e9 gerar expectativas pelo pr\u00f3ximo volume com a nova capa, mas, entendo que tudo isso envolveria custos e outras dificuldades num processo que j\u00e1 \u00e9 muito trabalhoso\u201d. Como alternativa, o professor da UFPE sugere a ado\u00e7\u00e3o de uma capa tem\u00e1tica ao ano, \u201cquem sabe para retomar essa hist\u00f3ria das capas das edi\u00e7\u00f5es iniciais\u201d. O foco, continuaria no conte\u00fado da publica\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o se fechariam as portas para mais esse elemento de atra\u00e7\u00e3o do leitor. \u201cObservando esse percurso hist\u00f3rico das capas na RBEF, ela perde na apresenta\u00e7\u00e3o em detrimento da padroniza\u00e7\u00e3o. Particularmente preferia as capas diferentes\u201d, confessa.<\/p>\n\n\n\n<p>A Revista Brasileira de Ensino de F\u00edsica \u00e9 uma publica\u00e7\u00e3o de fluxo cont\u00ednuo. A <a href=\"https:\/\/bit.ly\/RBEF-45\">edi\u00e7\u00e3o comemorativa<\/a> da RBEF &#8211; volume 47, suplemento 1, de 2025 \u2013, pode ser acessada no site da SciElo, gratuitamente. Manuscritos podem ser submetidos por meio da <a href=\"https:\/\/bit.ly\/RBEF-manuscritos\">p\u00e1gina da revista na plataforma<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Algumas teorias abordadas<\/h2>\n\n\n\n<p>As teorias que ajudaram os autores a tirar conclus\u00f5es na pesquisa foram baseadas na abordagem semi\u00f3tica de linha peirceana e no modelo de an\u00e1lise proposto por Martine Joly, apresentado em seu livro &#8220;Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 an\u00e1lise da imagem&#8221; (p\u00e1gina 2). Essa abordagem permitiu investigar os signos e significados das mensagens visuais das capas da Revista Brasileira de Ensino de F\u00edsica (RBEF), dividindo a significa\u00e7\u00e3o em tr\u00eas tipos de significado: pl\u00e1stico, ic\u00f4nico e lingu\u00edstico (p1). Al\u00e9m disso, os autores mencionam a semiosfera de Iuri Lotman como refer\u00eancia te\u00f3rica para compreender a produ\u00e7\u00e3o de sentido das capas ao longo dos 45 anos da revista.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Refer\u00eancia<\/h2>\n\n\n\n<p>RAMOS, Jo\u00e3o Eduardo Fernandes; YPIRANGA, Maria Teresa Lopes; GOMES, Emerson Ferreira. As capas da <em>Revista Brasileira de Ensino de F\u00edsica<\/em> ao longo dos seus 45 anos: uma an\u00e1lise semi\u00f3tica. <strong>Revista Brasileira de Ensino de F\u00edsica<\/strong>, v. 47, supl. 1, e20240431, 2025. DOI: 10.1590\/1806-9126-RBEF-2024-0431.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Por Frederico S. M. de Carvalho<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este ano, a SBF comemora 60 anos de exist\u00eancia, mas desde o ano passado outra celebra\u00e7\u00e3o marca as d\u00e9cadas de realiza\u00e7\u00f5es e fomento \u00e0 ci\u00eancia nacional. 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