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É preciso ser sozinha para ter sucesso na carreira científica?
Há quem diga às jovens que, para ter sucesso na vida, é preciso abrir mão da família. Que o caminho da ciência exige solidão, dedicação exclusiva e ruptura com o cotidiano doméstico. Mas será mesmo? A trajetória da professora Alda Fontoura Rossetto, física e docente do Colégio Estadual Santo Agostinho em Medianeira, no oeste do Paraná, mostra que o problema talvez não seja a família em si, mas a forma como a sociedade ainda distribui as responsabilidades dentro dela, e como a educação familiar e as políticas públicas podem fazer a diferença para que mais meninas sigam o caminho da ciência.
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