Professores defendem iniciativas de aprendizagem ativa

Numa era em que as tecnologias de informação já revolucionaram o acesso ao conhecimento, as técnicas de ensino podem e devem ser revistas no sentido de acompanhar essa evolução.

Essa é a tônica do editorial convidado publicado na edição de dezembro da "Revista Brasileira de Ensino de Física", publicação da Sociedade Brasileira de Física.

Assinado por Vera B. Henriques, Carmen P.C. Prado e André P. Vieira, todos do Instituto de Física da USP, em São Paulo, o texto versa sobre o conceito de aprendizagem ativa.

A ideia é fugir ao modelo tradicional de ensino, que combina a mera exposição de conteúdo na sala de aula e a posterior resolução de problemas de livro-texto.

Segundo o trio da USP, descobertas nos campos da neurociência, da psicologia e das ciências cognitivas já indicam que a prática vigente, embora consagrada pelo uso, possivelmente não é a mais eficiente.

Em seu lugar, surge aos poucos um modelo que se concentra na aprendizagem ativa, em que os alunos são engajados pelo professor a resolver problemas e construir o conhecimento, enquanto se investiga a natureza e se aprende sobre ela.

Além de relatar diversas experiências no exterior, os pesquisadores apresentam uma experiência de aprendizagem ativa em andamento na USP. "No Instituto de Física, em particular, uma sala foi especialmente projetada para essa finalidade e um projeto iniciado em 2014 introduziu a metodologia em todas as turmas dos cursos iniciais de mecânica para alunos do bacharelado e da licenciatura em física, com resultados promissores", relatam os professores.

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