Inibindo emissão espontânea de fótons em nuvem de átomos

A natureza probabilística da mecânica quântica  pode criar situações desfavoráveis em determinados experimentos. Um arranjo experimental pode ser prejudicado pelo fato de que um átomo excitado emite um fóton espontaneamente, e não há como prever quando exatamente isso vai acontecer. Contudo, um avanço teórico realizado com participação brasileira pode minimizar esse tipo de incerteza. 

O trabalho, liderado por William Guerin, da Université Nice Sophia Antipolis, na França, foi publicado em 22 de fevereiro pela Physical Review Letters. Um dos três autores é Michelle Araújo, graduada e mestre pela Universidade Federal da Paraíba e que no momento é aluna de  doutorado em Nice, bolsista da CAPES.

A técnica utiliza uma predição feita pelo físico Robert Dicke em 1954. Segundo ele, um conjunto de átomos idênticos poderia levar a um aumento de emissão espontânea (superradiância) ou a uma supressão (subrradiância).

Guerin e seus colegas mostram que um gás de átomos idênticos pode ser levado a um estado sub-radiante se as distânciass interatômicas forem muito maiores que o comprimento de onda da radiação emitida .no processo de emissão expontânea

A pesquisa foi destacada em um comentário (Viewpoint) publicado pelo site da APS (American Physical Society).

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