Fótons podem se comportar como elétrons em supercondutores

Destaque em Física, semana de 16 de novembro de 2017

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A supercondutividade – fenômeno em que os elétrons podem fluir por um material com resistência zero –, embora ainda enseje muitos estudos para ser completamente compreendida, já produziu várias revoluções tecnológicas, com aplicações que vão da medicina à física de partículas, passando pelos transportes.

A teoria que explica o que está por trás desse comportamento dos elétrons sugere que, nas circunstâncias apropriadas, eles vencem a repulsão de Coulomb (que repele cargas de mesma polaridade) e se alinham em duplas, os chamados pares de Cooper. Agora, pesquisadores brasileiros demonstraram que partículas de luz podem ter o mesmo comportamento.

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O físico e padre jesuíta Francisco Xavier Roser

Destaque na Revista Brasileira de Ensino de Física, semana de 16 de novembro de 2017

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Francisco Xavier Roser (1904-1967), fundador do Departamento de Física da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e um dos pioneiros no estudo da radioatividade natural no Brasil foi objeto de um artigo histórico publicado no número 2 (volume 40) da Revista Brasileira de Ensino de Física (RBEF), publicação da Sociedade Brasileira de Física (SBF).

O trabalho, escrito por Bruno Nobre e Antonio Augusto Passos Videira, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), nos oferece um panorama bastante abrangente da carreira e da obra de Roser, um pesquisador que, a despeito de sua importância histórica no Brasil e de sua peculiaridade de ser padre e cientista, é bem pouco conhecido.

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Nota de falecimento - Prof. Fernando de Souza Barros

acontece 09112017 2É com grande pesar que o Instituto de Física da UFRJ comunica o falecimento, no dia 08 de novembro, do Professor Emérito Fernando de Souza Barros. O Prof. Souza Barros nasceu em 1929 em Recife, graduou-se em Engenharia Civil pela UFPe em 1952 e Doutorou-se em Física Nuclear pela Universidade de Manchester, em 1960. Após um período  na Universidade Carnegie-Mellon, em Pittsburgh, nos Estados Unidos, ingressou na UFRJ no início da década de setenta  para criar o Curso de Pós-Graduação no  Instituto de Física da UFRJ. Durante 26 anos foi professor titular da UFRJ, aposentando-se em 1999. Após sua aposentadoria continuou a freqüentar diariamente a UFRJ até poucos meses atrás, lecionando, orientando e participando de inúmeras  atividades do Instituto. Foi membro Titular da Academia Brasileira de Ciências desde 1976 e presidente da SBF no biênio de 1983 a 1985, quando tornou-se um dos principais protagonistas do movimento para o banir armas nucleares na América do Sul, tendo recebido, em 1992, juntamente com Luis Pinguelli Rosa, Alberto Ridner e Luis Masperi o " Joseph A. Burton Forum Award", da American Physical Society, "For laying the groundwork for the agreement between Argentina and Brazil to abstain from building any explosive nuclear device".

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Corte de verba ameaça deixar olimpíadas de física sem prova experimental

Acontece na SBF, semana de 09 de novembro de 2017

acontece 09112017

Os cortes orçamentários ameaçam eliminar as provas experimentais da Olimpíada Brasileira de Física (OBF) e da Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas (OBFEP), cortando uma etapa fundamental para o sucesso da tradicional iniciativa da Sociedade Brasileira de Física.

O valor preliminar aprovado pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) para 2018 é de R$ 700 mil, apenas 52% do que foi solicitado pela organização (R$ 1,35 milhão).

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