Modelagem de erupções solares

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Destaque em Física, semana de 25 de setembro de 2014

destaque-25092014Trabalho realizado em colaboração entre cientistas no Brasil, na Suíça e na Itália ajuda a compreender um dos mais fascinantes e relevantes fenômenos ocorrendo no sol: as erupções solares.

Sabe-se que elas são produto da recombinação de tubos de fluxo magnético que se formam no plasma da fotosfera solar – a camada mais externa da superfície do Sol. Mas prever quando e como esses eventos acontecem é ainda um desafio.

“As distribuições de energia desses eventos e o tempo entre eles seguem padrões complexos que foram cuidadosamente considerados no passado e lembram de certo modo terremotos e movimentos em mercados de ações”, destacam no artigo José Soares Andrade Jr. e Hans J. Herrmann, do Departamento de Física da Universidade Federal do Ceará, co-autores do trabalho feito em parceria com M. Mendoza e A. Kaydul, da ETH Zurique, na Suíça, e L. de Arcangelis, da Universidade Segunda de Nápoles, na Itália.

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Modelo para estabilidade de redes cerebrais

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Destaque em Física, semana de 18 de setembro de 2014

destaque-18092014Inúmeros sistemas da natureza funcionam em rede. E mais que isso: quase sempre as redes não são isoladas, mas interagem com outras redes, formando assim redes de redes. Observamos esse tipo de recursividade, por exemplo, no cérebro humano, onde certas redes de neurônios precisam trabalhar em conjunto para conciliar todas as atividades de que o órgão se encarrega. A rede para a visão, por exemplo, precisa estar em sintonia com a rede para a audição, a fim de que o cérebro faça a correlação correta entre os diversos sentidos.

Isso é tão óbvio quanto misterioso, pois os pesquisadores que estudam redes constatam que a conexão aleatória entre elas pode facilmente levar a falhas abruptas. "Esse achado revela um paradoxo intrigante", escrevem Saulo D. S. Reis, físico da Universidade Federal do Ceará, e seus colegas, em artigo publicado online pela "Nature Physics" no dia 14 de setembro. "Se os sistemas naturais se organizam em redes interconectadas, como eles podem ser tão estáveis?"

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Chamada de Propostas para Organização do XXII SNEF

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Acontece na SBF, semana de 18 de setembro de 2014

O Simpósio Nacional de Ensino de Física - SNEF é um encontro tópico da Sociedade Brasileira de Física, realizado a cada dois anos na última semana de janeiro, congregando alunos e professores dos diversos níveis de ensino. O evento visa debater questões relacionadas ao ensino e à aprendizagem de Física, à pesquisa realizada no campo de investigação do Ensino de Física e à formação de profissionais para atuarem nesse campo, quer como docentes ou como pesquisadores.



Por ser um evento dirigido principalmente aos professores e estudantes de Física, o SNEF tem sido realizado em diferentes regiões do país. O primeiro evento ocorreu no Instituto de Física da USP, na cidade de São Paulo em 1970 e várias outras capitais do país já abrigaram o evento como Belo Horizonte (UFMG) em 1997; Brasília (UNB) em 1999; Natal (UFRN); em 2001; Curitiba (UTFPR e UFPR) em 2003; Rio de Janeiro (CEFET/RJ e UERJ) em 2005; São Luís (UFMA) em 2007; Vitoria (UFES) em 2009; Manaus (UFAM) em 2011; São Paulo (USP) em 2013. 


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Sistemas estacionários fora do equilíbrio

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Destaque em Física, semana de 11 de setembro de 2014

destaque-11092014O problema de dois corpos interagindo gravitacionalmente, como a Terra e o Sol, tem solução exata em mecânica clássica. A energia total do sistema é a soma da energia cinética (K >0) com a potencial (U<0). Em condições iniciais favoráveis, o movimento resultante consiste em órbitas periódicas elípticas e portanto os dois corpos permanecem ligados, como a Terra e o Sol. Nessas condições vale a relação chamada de virial: 2K=-U. Para três ou mais corpos, cada par interagindo gravitacionalmente, ou autogravitante, não existe solução analítica e, exceto em condições extremamente particulares, o movimento não é periódico nem estacionário.

Passando agora ao problema de N corpos autogravitantes, um aspecto curioso no limite de N muito grande é que o sistema não evolui para um relaxamento em equilíbrio termodinâmico, como ocorre em sistemas com interações de curto alcance.

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Técnica adapta grafeno para uso em spintrônica

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Destaque em Física, semana de 04 de setembro de 2014

destaque-04092014Um grupo internacional de pesquisadores com participação brasileira demonstrou que o grafeno, como já se desconfiava, tem de fato grande potencial como material-base de dispositivos de computação baseados em spintrônica – a ideia de fazer processamento de dados usando para tanto as propriedades do spin de partículas individuais.

O trabalho, que tem como dois dos doze autores os brasileiros Antonio Helio Castro Neto, do Centro de Pesquisas do Grafeno em Singapura, e Aires Ferreira, do Instituto de Física da Universidade Federal Fluminense, em Niterói (RJ), usou a técnica de deposição química de vapor para sintetizar folhas de grafeno – estruturas bidimensionais feitas de uma camada de átomos de carbono arranjados em disposição hexagonal, com apenas um átomo de espessura – sobre metais como cobre.

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